quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Conheça projeto que moveu prédio de 6,2 toneladas de lugar
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Uma enorme operação de engenharia chamou atenção do mundo inteiro ao servir como uma alternativa milionária para salvar um prédio histórico em Zurich que estava sendo ameaçado de ser demolido para dar passagem à expansão dos trilhos da estação ferroviária Oerlikon.
O prédio, conhecido pelo nome MFO (Maschinenfabrik Oerlikon), é uma grande estrutura de com tijolos, construída em 1889, com 80 metros de comprimento, 12 metros de largura e que pesa cerca de 6.200 toneladas. Hoje o edifício abriga a administração da empresa Oerlikon. Foi construído como uma antiga fábrica de ferramentas e maquinários e é atualmente um dos últimos imóveis remanescentes da era industrial no norte de Zurich.
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O edifício de 124 anos de idade foi deslocado por 60 metros para oeste utilizando 500 cilindros posicionados sob o edifício, duas prensas hidráulicas que ‘empurravam’ o edifício e outras duas que estavam posicionadas para corrigir qualquer desvio de percurso que pudesse ocorrer.
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O projeto foi preparado em dois anos e o re-posicionamento, que ocorreu em maio de 2012, durou dois dias. A operação toda foi financiada pela empresa de investimentos imobiliários Swiss Prime Site e custou 13.490.000,00 francos suíços, correspondente a cerca de 32.250.000,00 reais.
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Um fato interessante é que essa não é a primeira operação do tipo realizada pela empresa Swiss Prime. Ela já moveu restaurantes, igrejas e pontes nos últimos 60 anos. Em 1960, a empresa foi contratada pela rainha Astrid, da Bélgica, para mover um edifício de 160 toneladas em Küssnacht por 50 metros para dar caminho para a construção de uma nova estrada. Mas de fato, o MFO é o maior edifício que já foi re-posicionado.
Confira abaixo o vídeo de toda a operação, filmado e transmitido ao vivo pela empresa Swiss.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A reciclagem de resíduos na Construção Civil
Unknown18:20 0 comentários



Resíduos para reciclagem.
Resíduos para reciclagem.
O que pode parecer lixo para a maioria das pessoas são soluções para outras: trata-se da reciclagem dos materiais de construção civil.
A construção civil é a área que mais gera resíduos (cerca de 50%), cabendo a nós, principalmente os futuros engenheiros, preocuparem-se com os resíduos que são jogados fora, os chamados entulhos.
Reciclando os entulhos podem-se obter inúmeras vantagens, sejam elas econômicas, ambientais ou de qualidade. Prefeituras de algumas cidades, como Belo Horizonte, já fazem uso desse recurso e tem gerado inúmeros retornos. Além de esvaziar os aterros, os materiais reciclados são bem mais baratos e com a mesma qualidade.
Com o grande crescimento do país, principalmente no setor da construção civil, a reciclagem pode gerar uma excelente fonte de renda, já que o país inteiro está em obras, e com certeza, há aumentos significativos nos seus resíduos. As empresas de reciclagem com certeza lucrarão com isso. Este é o momento ideal para investir nesse setor.
Outra vantagem proporcionada pela reciclagem na construção é o preço, influenciando no custo total da obra. Areia e brita reciclada sai em torno de 20% mais baratas e atendem aos requisitos e normas técnicas vigentes.

A areia reciclada, por exemplo, pode ser usada para assentamento de tubulações de esgoto, para argamassas de assentamento de alvenaria de vedação (paredes),contra-pisos (camada que vem antes do piso propriamente dito), blocos e tijolos de vedação.
Já a brita é usada para fabricação de concretos não estruturais (concreto magro, de pouca resistência) e drenagens (escoamento de água). E o rachão (pedras de grandes dimensões) serve para obras de pavimentação e terraplenagem (nivelamento de terreno).
São poucas as cidades que contém usinas de reciclagem. Em 2009, apenas 20 empresas exploravam este segmento em todo país, tendo aumentado muito pouco até hoje.
Seu uso ainda não é muito comum, devido, principalmente, ao preconceito dos construtores com o material, que acham que ,devido ao baixo custo, o material reciclado é de baixa qualidade. Além disso, não há muita motivação na construção de usinas de reciclagem devido à variações no mercado imobiliário, nos períodos de chuva, e nas demandas, refletindo muito no setor da construção civil. Assim, a geração de entulhos não é homogênea em todo ano e isso pode trazer poucos lucros à empresa de reciclagem.
Muitas empresas de construção e imobiliários que usam material reciclado têm receio em divulgar seu uso com medo da desvalorização do imóvel. Resta dizer que falta conscientização por parte dos construtores e do cliente.
Em um típico procedimento padrão de reciclagem de entulhos, o caminhão chega à usina de reciclagem e espalha todo o material no pátio para triagem (separação) de impurezas como plástico, papelão e metais.
O que sobra vai para a máquina recicladora (triturador ou moedora), no qual o material é triturado na britadeira. Depois ele passa por uma esteira onde mais um processo de triagem é feita, retirando, por exemplo, os pregos com auxílio de um imã ao longo do percurso. Em seguida o material passa por uma espécie de peneira, separando o entulho triturado em diversos tamanhos.
Após disso o material já pode ser usado em obras ou receber tratamento.

Projetista Israelita Desenvolve Edifício Baseado em Geometria Fractal
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Edifício Baseado em Geometria Fractal
O edifício Sky Habitat foi desenvolvido pelo gabinete Safdie Architects liderado pela projetista Moshe Safdie, especialista na conceção de estruturas baseadas em geometria fractal. Trata-se de um complexo habitacional de 38 andares de elevada densidade a ser construído em Singapura, constituído por duas torres verticais interconectadas por três passagens de grandes dimensões que permitem o fluxo horizontal de residentes e a partilha dos extensos espaços comuns ajardinados.
A característica distintiva do Sky Habitat é o aglomerado de generosos terraços sobrepostos em alinhamentos orgânicos que conferem ao edifício uma franca abertura ao espaço exterior, ventilação e exposição solar otimizadas. A massa arquitetónica porosa integra os espaços habitacionais com as zonas ajardinadas, que ocupam uma porção considerável do espaço interior do edifício.
Cerca de 72% da área da propriedade em que o edifício ficará implantado será ocupada por zonas florestadas, jardins, piscinas e percursos pedonais, que permitirão promover o contacto dos residentes com a natureza e mitigar a perceção de elevada densidade habitacional.
Fonte: Safdie Architects

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

As 10 maiores pontes do mundo em extensão
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Considerando somente pontes feitas sobre as águas, baseando-se no tamanho de sua extensão total, as 10 maiores pontes do mundo se apresentam a seguir:


10ª – Ponte Jintang, China
Ponte Jintang, China
Ponte Jintang, China
A décima maior ponte do mundo se trata da Ponte Jintang. É uma ponte rodoviária com uma parte estaiada para passagem de navios, construída em Zhejiang, China.
Foi construída sobre o Arquipélago Zhoushan e é uma das mais longas pontes da China, com um comprimento de 26,5 quilômetros, ligando a Ilha Jintang com Zhenhai, Ningbo. Consiste de uma ponte marítima de 18,5 quilômetros e seções mistas, totalizando 8,5 quilômetros.
9ª – Ponte Atchafalaya Basin, EUA
Ponte Atchafalaya Basin, EUA
Ponte Atchafalaya Basin, EUA
Em nono lugar, se apresenta a Ponte Atchafalaya Basin. É uma ponte com dois vãos paralelos localizada no estado de Louisiana, Estados Unidos , entre Baton Rouge e Lafayette. Com 29,29 quilômetros, funciona desde 1973.
8ª –  Ponte de Donghai, China
Ponte de Donghai, China
Ponte de Donghai, China
Na oitava posição, está a Ponte de Donghai, em Língua Portuguesa, Ponte do Mar Oriental. Situa-se na República Popular da China e liga o novo porto da cidade de Xangai, Luchaogang, às ilhas Yangshan.
Mede 31,5 quilômetros no total, dos quais 24,6 quilômetros sobre as águas. Sua construção se iniciou em 26 de Junho de 2002. Apenas três anos e meio depois, no dia 1 de Dezembro de 2005, a ponte seria inaugurada. 6 000 operários, engenheiros e técnicos, remunerados muito acima da média chinesa, com horários de 12 horas de trabalho e habitando na própria ponte à medida que ela ia sendo construída, contribuíram sem dúvida para este “milagre”. Mar com profundidade de 5 a 10 metros, assolado por ventos fortes e ondas de 6 metros, e com uma variação de 5 metros entre marés, foram apenas algumas das dificuldades com que a execução de um projeto desta envergadura se defrontava.
7ª – Ponte de Runyang, China
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Ponte de Runyang, China
A sétima maior ponte do mundo se trata da Ponte de Runyang. É uma ponte localizada em Nanjing, na China, e cruza o rio Yangtzé. Essa ponte tem 35,66 quilômetros de extensão. A construção da ponte começou em outubro de 2000 e terminou no dia 30 de abril de 2005, quando foi inaugurada. Teve um custo de 5,8 bilhões de Yuan (aproximadamente US$ 700.000.000).
6ª – Ponte da Baía de Hangzhou, China
Ponte da Baía de Hangzhou, China
Ponte da Baía de Hangzhou, China
Em sexto lugar, se apresenta a Ponte da Baía de Hangzhou. Caminho para carros e para a economia, esses foram os objetivos pretendidos quando surgiu o projeto de construção da Ponte Transoceânica de Hangzhou, na China. A estrutura não só encurtou a distância entre as cidades de Xangai e Ningbo, como impulsionou o crescimento econômico na região.
No total, são 36 quilômetros de extensão e 33 metros de largura. O grau de estrada em declive transversal é de 2% e 4% na máxima inclinação longitudinal. Projetada para ter uma durabilidade de 100 anos, a ponte tem uma altura de 90 metros, permitindo que os navios porta-contentores de quarta e quinta geração consigam passar em todas as condições.
5ª – Ponte do Pântano Manchac, EUA
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Ponte do Pântano Manchac, EUA
Na quinta posição, está a Ponte do Pântano Manchac. Localizada sobre o misterioso pântano de Manchac, a ponte mede 36,7 quilômetros. Funciona desde 1970 em Louisiana, Estados Unidos.
4ª – Ponte do Lago Pontchartrain, EUA
Ponte do Lago Pontchartrain, EUA
Ponte do Lago Pontchartrain, EUA
A quarta maior ponte do mundo se trata da Ponte do Lago Pontchartrain. Tem 38,42 quilômetros de extensão. Ela une a cidade de Mandeville a Metairie, um subúrbio de Nova Orleans, na Louisiana. Chamada pelos americanos de ponte do Lago Pontchartrain, a estrada é tão comprida que quem parar o carro bem no meio dela e olhar para qualquer direção não vai enxergar nenhum sinal de terra firme, só a água do lago. A Pontchartrain, na verdade, são duas pontes que correm paralelamente, uma em cada sentido. Ambas são sustentadas por mais de 9 000 pilares de concreto e ao longo delas há sete pontos interligados, que servem tanto para retorno quanto para qualquer emergência. E não é improvável que isso aconteça. Diariamente, pelo menos 30 000 carros utilizam as pontes. Cada uma custou 30 milhões de dólares na época.
Cruzar de uma ponta à outra a ponte do lago Pontchartrain é como atravessar a Ponte Rio–Niterói duas vezes e meia – ainda assim, ficam faltando cinco quilômetros.
3ª – Ponte Qingdao Haiwan, China
Ponte Qingdao Haiwan, China
Ponte Qingdao Haiwan, China
Em terceiro lugar, se apresenta a Ponte Qingdao Haiwan. Inaugurada no dia 30 de junho de 2011, a ponte apresenta 42 quilômetros de extensão e faz a ligação do porto leste de Qingdao com a ilha de Huangdao. A ponte começou a ser construída no ano de 2007 e custou 14,8 bilhões de yuans, aproximadamente de R$ 3,6 bilhões, aos cofres chineses.
2ª – Grande Ponte de Tianjin, China
Grande Ponte de Tianjin, China
Grande Ponte de Tianjin, China
Na segunda posição, se destaca a Grande Ponte de Tianjin. É uma ponte viaduto que corre entre Langfang e Qingxian, parte de Pequim-Xangai, ferroviária de alta velocidade. Com uma extensão total de cerca de 113,7 quilômetros, foi concluída em 2010 e inaugurada em 2011, quando Guinness World Records gravou como a ponte mais longa em segundo lugar no mundo.
1ª – Ponte de Danyang-Kunshan, China
Ponte de Danyang-Kunshan, China
Ponte de Danyang-Kunshan, China
Por fim, a primeira posição na lista das mais extensas pontes do mundo é ocupada pela Ponte de Danyang–Kunshan. Com uns impressionantes 165 quilômetros, é uma maravilha da Engenharia e uma prova visível que a Engenharia Civil Chinesa é uma das mais avançadas tecnicamente.
Localizada na região de Qingdao City, na província de Shandong, tem um vão máximo de 260 m e a sua construção custou cerca de 6 biliões de euros e empregou mais de 10 000 operários de construção civil.
 Ponte Rio-Niterói, Brasil
Para finalizar, como curiosidade, vale ressaltar que a mais extensa ponte do Brasil é a ponte Rio-Niterói e tem apenas 13,2 quilômetros.
Ponte Rio-Niterói
Ponte Rio-Niterói

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A primeira estrada inteligente será construída na Holanda
Unknown18:25 0 comentários


O projeto de estradas inteligentes Smart Highway já era conhecido, mas agora chegou a certeza: até meados de 2013, várias centenas de metros de uma estrada em Barbant, na Holanda, servirão como cobaias deste piso da próxima geração.
O projeto, que ganhou recentemente o premio Best Future Concept, coloca no piso das estradas elementos que brilham à noite, aumentando a segurança da via. Na base deste desenvolvimento encontra-se o pó fluorescente. O projeto foi desenvolvido pelo Studio Roosegaarde e será implementado com a ajuda da Heijmans, uma empresa de infra-estrutura holandesa.
Para já, as inovações centram-se na definição das linhas da estrada e elementos gráficos que avisam os motoristas, por exemplo, das condições climatícas – o símbolo da neve aparece pintado no asfalto quando as temperaturas são baixas e o piso está escorregadio, por exemplo.
Estes elementos de iluminação são alimentados por turbinas eólicas, que se ligam com a aproximação do veículo.
Numa segunda fase, as estradas inteligentes evoluirão para o carregamento de baterias de carros elétricos. Para além da estrada em Barbant, o piso será testado em breve na costa oeste norte-americana.
Esta inovação não pretende apenas aumentar a segurança das estradas. Com este tipo de iluminação sustentável, os municípios e governos podem reduzir o investimento em energia – o que muitos deles, de resto, já estão fazendo em todo o mundo, desligando as luzes durante alguns períodos. Nestes casos, infelizmente, à custa da segurança rodoviária.
Fonte: GreenSavers